Primeiro o seu nome, sabe porque ela se chama Chanel 2.55? Por causa da data de seu lançamento: fevereiro de 1955!
- Foi uma bolsa revolucionária, a 1° bolsa de ombro com uma corrente dourada a tira colo.
- O processo de fabricação dela tem 180 etapas!
- As pessoas que trabalham na sua confecção estão lá há cerca de 17 anos.
- O couro que é utilizado nela é minunciosamente analisado, e deve ser o mais macio possível.
- O couro é macio, mas a bolsa não pode ser frágil. Para isso utilizam uma linha especial para o acolchoado do matelassê, e esse processo é super secreto!
- Cada bolsa passa por 6 ateliês, onde cada etapa da fabricação é feito 100% a mão.
- Todas as pessoas envolvidas na confecção conhecem todas as 60 peças utilizadas para a sua modelagem (quem diria que essa bolsinha teria 60 moldes!)
- A última etapa é a corrente dourada. E é feito com muito cuidado.
- A parte interna da bolsa possui vários compartimentos, o flap (aba) possui um compartimento secreto para esconder, por exemplo, dinheiro ou cartas de seu amor, e além desse flap, possui mais 3 sendo um para guardar batom!
- Seu preço nunca muda…o que acho péssimo, mais ou menos uns US$ 3.300,00
Para você ter uma noção de quanto custa uma chanel 2.55 ORIGINAL no Brasil - valia em torno de R$ 4.129,00 (preço alto!) mas vale a pena!
Não recomendo que comprem réplicas.
Chanel inverno 2012
Como será o fim do mundo ou o Armagedom? Na versão fashion e sob os olhares de Karl Lagerfeld a “catástrofe” assume ares estilizados entre visuais sofisticados e bastante urbanos, como vimos durante o lançamento da coleção outono inverno 2012 da Chanel na Semana de Moda de Paris.

Investindo mais no streetwear para dar conta de atualizar mesmo os elementos mais clássicos da consagrada e reconhecida identidade Chanel, o designer – a princípio – se apropriou de referências masculinas para construir imagens quase andróginas para as sempre elegantes mulheres da marca. Com calças em cortes mais folgados de comprimentos bem alongados com as barras dobradas ou acumuladas com volumes sobre as botas, mantôs e blazeres aos quais foram sobrepostos versões tradicionais ou cropped dos tailleurs evidenciaram que o principal intuito de Karl, agora, seria manter os elementos constantes nos trabalhos da Maison sob uma perspectiva mais despojada.

Investindo mais no streetwear para dar conta de atualizar mesmo os elementos mais clássicos da consagrada e reconhecida identidade Chanel, o designer – a princípio – se apropriou de referências masculinas para construir imagens quase andróginas para as sempre elegantes mulheres da marca. Com calças em cortes mais folgados de comprimentos bem alongados com as barras dobradas ou acumuladas com volumes sobre as botas, mantôs e blazeres aos quais foram sobrepostos versões tradicionais ou cropped dos tailleurs evidenciaram que o principal intuito de Karl, agora, seria manter os elementos constantes nos trabalhos da Maison sob uma perspectiva mais despojada.




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